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Exporta-SD/docker-compose.yml
T
wanderandClaude Sonnet 5 62ec768d0c Deploy: variáveis de ambiente configuráveis + docs dos dois modos do Coolify
TZ (com tzdata), GUNICORN_TIMEOUT e GUNICORN_LOG_LEVEL agora têm default no
Dockerfile e podem ser sobrescritos via Coolify → Environment Variables ou
.env (modelo em .env.example). TZ corrige o carimbo "exportada em"
(sessao.marcar_exportada), que sem isso saía em UTC. Workers continua
literal em -w 1, de propósito — não é variável.

Cabeçalhos do Dockerfile e docker-compose.yml reescritos para descrever os
dois modos de deploy no Coolify (Application/Dockerfile, em produção desde
04/09, e Docker Compose) e o caminho de volume que de fato funciona:
Directory mount em /data/coolify/applications/<uuid>/clientes, dados
enviados por scp da pasta ses-mg/.

.gitattributes fixa LF também em Dockerfile, docker-compose.yml e
.env.example — o autocrlf do Windows já tinha reescrito o Dockerfile para
CRLF uma vez nesta máquina.

Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
2026-09-04 22:00:34 -03:00

77 lines
3.8 KiB
YAML

# Deploy da Exportação da SD — a imagem é a do Dockerfile; este arquivo é UM dos
# dois jeitos de subi-la no Coolify, e serve também para rodar local.
#
# ── MODO 1 · Application (Dockerfile) — o que está em produção (2026-09-04) ──
#
# Neste modo o Coolify IGNORA este arquivo por completo: builda o Dockerfile e
# configura tudo pela interface. O que o volume e as variáveis daqui dizem tem
# de ser reproduzido lá:
#
# Persistent storage → Add mount → "Directory mount"
# Source Path: /data/coolify/applications/<uuid-da-app>/clientes
# (o próprio Coolify sugere esse caminho; ele sobrevive
# a redeploy — é a pasta de storage da app, não o clone)
# Destination Path: /app/clientes
# Mesmo esquema para _derivados, só se for usar a linha de comando.
#
# Dados: a pasta do host nasce VAZIA. Copie o conteúdo para dentro dela —
# aponte para "ses-mg", não para "clientes", ou o nível duplica
# (.../clientes/clientes/ses-mg):
#
# scp -r "D:/Exporta-SD/clientes/ses-mg" usuario@vps:/data/coolify/applications/<uuid>/clientes/
#
# e confira no host: ls /data/coolify/applications/<uuid>/clientes/ses-mg/contrato/
# Tem de listar itens.yaml E linhas-os.yaml — sem o segundo, o fallback da
# linha de OS desliga e `linha_os` vira pendência só no VPS.
#
# Variáveis: aba Environment Variables (nomes e defaults em .env.example).
# Réplicas: 1 (ver o comentário de -w 1 no Dockerfile).
#
# ── MODO 2 · Docker Compose (ou local) ──────────────────────────────────────
#
# O Coolify lê este arquivo. Ponha os dados num caminho fixo do host, fora da
# pasta que ele clona, e aponte CLIENTES_DIR para lá (Environment Variables no
# Coolify, ou um .env ao lado deste arquivo — copie .env.example). Sem a
# variável, o padrão ./clientes cai dentro do clone, o compose cria o
# diretório VAZIO sem avisar e o primeiro upload morre com "Arquivo canônico
# ausente".
#
# Nos dois modos não há chown manual: o entrypoint.sh roda como root ao subir
# o container, ajusta o dono do volume para o usuário `sd` e só então derruba
# privilégio e inicia o gunicorn. Um scp novo devolve os arquivos ao usuário do
# ssh; resolve sozinho no próximo restart.
services:
exporta-sd:
build:
context: .
dockerfile: Dockerfile
image: exporta-sd:local
# Sem `ports:` de propósito: no Coolify o Traefik alcança o container pela
# rede interna. `expose` publica a porta só para dentro dessa rede.
# Para rodar fora do Coolify, troque por: ports: ["5000:5000"].
expose:
- "5000"
# Só ESPELHA os defaults do Dockerfile — o valor de verdade mora lá (ENV e
# ${VAR:-default} no CMD), porque no Modo 1 este bloco nem é lido. Aqui a
# única função é deixar o operador trocar pelo .env sem editar YAML.
environment:
PORT: ${PORT:-5000}
TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo}
GUNICORN_TIMEOUT: ${GUNICORN_TIMEOUT:-120}
GUNICORN_LOG_LEVEL: ${GUNICORN_LOG_LEVEL:-info}
volumes:
# OBRIGATÓRIO. O app lê clientes/ses-mg/contrato/itens.yaml a cada
# análise (e contrato/linhas-os.yaml, se existir, como fallback da linha
# de OS) e grava SD.md em clientes/ses-mg/projetos/. O caminho no
# container é fixo: caminhos.py resolve clientes/ a partir da raiz do
# código, que é o WORKDIR /app.
- ${CLIENTES_DIR:-./clientes}:/app/clientes
# Saída da linha de comando (exporta_sd.py --dir _derivados/export).
# A aplicação web entrega o JSON pelo download, não por aqui.
- ${DERIVADOS_DIR:-./_derivados}:/app/_derivados
restart: unless-stopped
# Uma SD por vez, em memória de processo: reiniciar descarta a sessão
# aberta (o SD.md de origem no volume fica intacto).
stop_grace_period: 10s